É Tudo Verdade: Mídia, Ficção e Realidade nos Filmes Policiais Brasileiros

  • Luiza Lusvarghi Universidade Nove de Julho

Resumen

A análise da relação entre realidade e cinema nacional é fértil e reflete a história do país. No início do cinema nacional, os filmes policiais enfocando os crimes que ocupavam as principais manchetes eram lançados para disputar espaço com as produções estrangeiras, predominantes no mercado. A consolidação da televisão levou o cinema a perder essa função de comentar a realidade. No entanto, ao longo da ditadura militar, foi o cinema policial que resgatou a realidade das ruas para as telas numa linguagem mais popular do que o “Cinema Novo”, com “O Assalto ao trem pagador” (1962), “A Grande Cidade” (1966), “Lúcio Flávio, Passageiro da Agonia” (1977). No processo de Retomada, “Cidade de Deus” (2002) vai representar um novo momento dentro dessa cinematografia, seguido por “Tropa de Elite1” (2007), cuja sequência, de 2011, bateu o recorde de filme mais exibido da história do cinema nacional. 

Biografía del autor

Licenciada en Ciencias de la Comunicación Social, Orientación en Periodismo (PUC SP); Maestria, Doctorado y Postdoctorado en Ciencias de la Comunicación  (ECA USP e UFPE). Profesora del Departamiento de Comunicación de la Universidade Nove de Julho
Palabras clave película policiaca, historia del cine, cine brasileño, periodismo policiaco.
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Cómo citar
Lusvarghi, L. (2014). É Tudo Verdade: Mídia, Ficção e Realidade nos Filmes Policiais Brasileiros. Comunicación y Medios, (29), Pág. 92 - 105. doi:10.5354/0719-1529.2014.30152
Publicado
2014-07-30